Hoje vamos te contar sobre um profissional que chama a atenção no mercado de trabalho: o de perfil hands on! 

A expressão em inglês significa “colocar a mão na massa”, o que resume bem esse tipo de profissional!

É uma pessoa que encara as funções propostas com autonomia e proatividade.  Mas essa é apenas uma ponta do iceberg da definição desse perfil.

Falaremos mais sobre o perfil hands on a seguir e por que ele é tão valorizado no mercado de trabalho.

Você vai conferir:

O que significa “hands on”
As características de quem tem o perfil hands on
Perfil hands on na lista de habilidades mais desejadas pelas empresas
Como se desenvolver para ser um profissional hands on
Conclusão

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O que significa “hands on”

Como falamos, a pessoa com perfil hands on coloca a mão na massa. 

Sabe aquele profissional que não precisa que o gestor diga o que precisa ser feito e que entrega resultados com qualidade e autonomia?

Pois é, esse é perfil que faz sucesso no mercado de trabalho. 

Além disso, é alguém que faz a diferença até mesmo fora do trabalho, pois usa suas skills para lidar com as atividades do dia a dia e da vida pessoal. 

Mas não é só isso: trazemos agora as principais características desse perfil profissional e os benefícios de ter alguém assim no time.  

As características de quem tem o perfil hands on

O profissional hands on é ótimo em autogestão, está sempre disposto a ajudar os colegas e a aprender coisas novas.

Mesmo com várias competências na bagagem, tem a consciência e a vontade de ir atrás de novos conhecimentos, aprimorando-se e atualizando-se sempre. 

Chama a atenção também a sua proatividade e a capacidade de resolver problemas, adaptando-se com facilidade e excelência. 

A visão do todo que o profissional hands on possui é bastante requerida nas empresas, visto que é alguém que enxerga com clareza as metas e os caminhos necessários para alcançá-las. 

Além disso, preocupa-se com o sucesso de todo o grupo, cooperando para que toda a equipe chegue ao resultado esperado.

Essa preocupação com o trabalho e também com o ambiente faz parte do lema de “vestir a camisa” da empresa, algo que o destaca dentre os funcionários. 

Contudo, precisamos pontuar algo importante: o profissional hands on pode estar em qualquer nível hierárquico numa instituição: trainee, júnior, pleno, sênior, cargos de gerência... 

Essa pessoa também não é a comumente chamada de “faz-tudo”, pois faz as suas demandas acima do esperado, sem que ninguém precise pedir, e sabe enxergar além da sua mesa, por exemplo, não medindo esforços para ajudar os colegas nas tarefas que forem difíceis ou demoradas. 

Se o caso for de um gestor hands on, pode ser de um profissional que, além de participativo e que se une ao time para que todos alcancem seus objetivos, é muito comunicativo, aberto e claro com a sua equipe.

Não tem receio de mostrar como faz alguma tarefa ou de desempenhar outras habilidades para cooperar com os outros e atingir os resultados com maestria. 

Dentre outras habilidades desse perfil profissional, podemos citar a flexibilidade. É uma pessoa que sabe lidar bem com as prioridades e sabe elencá-las.

Consegue se desenvolver em vários projetos e sugere ideias de melhorias para as áreas que participa. 

Outra skill do hands on é a responsabilidade. Sabe se autogerenciar, fazer a coisa acontecer, mas tem responsabilidade pelos seus atos e assume suas culpas.

Não põe o erro em outras pessoas e tenta resolver os problemas de maneira autônoma e correta. É uma pessoa com muita ética profissional.

Perfil hands on - o que é?

Perfil hands on na lista de habilidades mais desejadas pelas empresas

As empresas adoram o profissional hands on, sendo ele muito cotado nos processos seletivos e no próprio dia a dia da instituição. 

Além do talento para o cargo que ocupa e por ser alguém autogerenciável, possui o chamado “olhar de dono”, que preza pelo bem da empresa, assume riscos e busca resolver as demandas com autonomia e rapidez, com excelente performance quando se trata de resultados. 

Um profissional assim mobiliza e motiva a sua equipe, independentemente do nível hierárquico que ocupe. É alguém que vale a pena ter por perto e no time. 

A capacidade de adaptação e de flexibilidade é uma ótima pedida nas instituições.

O hands on lida bem com mudanças e com imprevistos, então é capaz de gerenciar funções além das ditas na conversa prévia de contratação e se põe a disposição para ajudar no que se sentir capaz de fazer. 

Empresas que valorizam esse tipo de profissional só tendem a ganhar.

A partir de incentivos, como, por exemplo, para educação e cursos, ele decola ainda mais nas suas habilidades.

Por isso, a oferta de bolsas de estudo ou a melhora de condições de trabalho para que o colaborador possa se aprimorar é de essencial importância para ter uma equipe cada vez mais fortalecida. 

No setor de tecnologia, por exemplo, um hands on vale ouro, pois é uma área em constante evolução e atualização das formas de trabalho, então alguém com esse perfil garante um bom e ágil desempenho diante das mudanças.

Além disso, bate de frente com a concorrência e se supera nas skills, visto que também quer fazer a sua empresa crescer. 

Como se desenvolver para ser um profissional hands on

Conforme comentamos, profissionais hands on estão sempre se capacitando e se atualizando no mercado de trabalho.

Esse é o principal caminho para alcançar esse perfil, tão estimado pelas empresas. 

Se esse é o seu objetivo, busque novos conhecimentos, cursos, aulas e, até quem sabe, uma nova graduação ou especialização.

O que importa é estar munido de boas e novas ideias e jamais ficar parado ou achando que já sabe de tudo. 

Outro ponto é o desenvolvimento da capacidade de autogestão e de pensamento analítico.

Saber elencar quais prazos e ações são mais importantes naquele momento, fazer uma lista de prioridades e segui-la conforme for coerente para as entregas. 

Autogestão também tem a ver com ter em mente quais são as suas funções e tudo que você precisa fazer, sem depender de uma terceira pessoa indicando toda e qualquer atividade que faça parte do seu escopo. 

Não podemos deixar de citar as competências socioemocionais envolvidas. É preciso estar sempre em dia com a concentração, com a calma e a capacidade de trabalhar em grupo. 

Ser hands on não é pegar todas as atividades, incluindo a dos outros setores, para si.

Por isso, tenha em mente que a má gestão dessas demandas pode gerar sobrecarga e ansiedade se o profissional não se organizar e pensar no que consegue fazer, sem ir além das suas possibilidades.

Lembre-se que tudo bem ajudar, mas que existem atividades que são para os outros, não para você. 

A empatia e a resiliência também fazem parte do perfil do profissional hands on.

Há quem possa pensar que a pessoa com essas características esteja querendo “aparecer”, sendo que, na verdade, essa é a má interpretação de uma ação de cooperação.

Por isso, é preciso saber lidar com essa situação e explicar seus pontos de vista com clareza, além de sempre mostrar que está ali para ajudar. 

Por fim, para se desenvolver nesse perfil, assuma novos desafios e tente cumprir cada um deles no seu tempo, oferecendo ótima qualidade.

Participe ativamente de atividades que são do seu ramo e desenvolva ideias criativas e pertinentes para a área.  

Conclusão

E aí, o que achou do profissional hands on? Já se considera neste perfil? 

Pessoas que possuem ou incrementam essas skills têm maior chance de se destacar no mercado de trabalho, garantir vagas melhores e promoções nas empresas. 

As empresas buscam cada vez mais profissionais que possuam as características de autogestão, proatividade e flexibilidade, além da disposição em fazer coisas novas e oferecer performance de qualidade no serviço efetuado.

Vale a pena investir no aprimoramento desse perfil para alavancar sua trajetória profissional e, claro, pessoal. 

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Fica aí uma ótima oportunidade de se desenvolver ainda mais profissionalmente, numa instituição devidamente conceituada pelo MEC. 

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